Serviço de Amostragem

Amostragem Acreditada em Água Superficial e Subterrânea | Solo e Sedimentos | Resíduos e Amianto (Ar e Materiais)

  • Acreditado pela CGCRE e Certificado em Órgãos Ambientais
  • Equipe técnica especializada em Serviços de Análises Ambientais
  • Mais de 20 anos de experiência em Amostragem de Água
  • Orçamento rápido, em menos de 24 horas na sua caixa de e-mail.

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O Bachema oferece também serviços de amostragem de água, reforçando a credibilidade e a qualidade de tais serviços, desde a coleta até a entrega dos resultados analíticos. As metodologias de análise são acreditadas pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação), conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC nº 17025, para:

  • Águas superficiais;
  • Água para consumo humano;
  • Minas e poços artesianos;
  • Águas subterrâneas.

Amostragem de águas superficiais

A maior parte da água consumida pela população brasileira, bem como o suporte a maior parte dos ecossistemas aquáticos, é proveniente de fontes superficiais de água como rios, riachos, lagoas, córregos e reservatórios.

No Brasil, criada pela Lei n° 9.984/2000, a Agência Nacional das Águas (ANA) tem como responsabilidade fazer cumprir os objetivos e diretrizes da Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei n° 9.433/1997.

O grupo de águas superficiais tem grande diversidade de características, por esse motivo possuem classificações e usos distintos. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), foi responsável por definir as classes de qualidade de águas doces, salinas e salobras, através da Resolução CONAMA n° 357/2005 e por fixar condições e padrões de emissão para o lançamento de efluentes em corpos d’água receptores, regulamentados pela Resolução CONAMA n° 430/2011.

De modo geral os corpos hídricos nacionais são diferenciados pela quantidade de sais minerais. Quando possuem baixa, média e alta quantidade de sais minerais, são classificados como água doce, salinas e salobras, respectivamente.

Por que realizar amostragem de águas superficiais?

Para cada classe dos corpos hídricos, há limites dos parâmetros de qualidade e, por meio de amostragem, é possível detectar agentes patogênicos, tóxicos, ácidos e contaminantes. Os resultados obtidos no monitoramento das águas são comparados com os respectivos padrões de qualidade das classes de enquadramento, de cada corpo de água.

Empresas e indústrias, são as responsáveis por utilizar grandes quantidades de água, portanto, devem estar atentas aos parâmetros restritivos da classe do corpo hídrico receptor do efluente. Em caso de não conformidade podem ser aplicadas penalidades de acordo com a legislação vigente.

O que é importante considerar no processo de amostragem?

O objetivo da amostragem é coletar um pequeno volume de água, que possa representar fielmente o corpo hídrico em análise, para isso é preciso levar em consideração que as características de um curso de água variariam temporal e espacialmente. Portanto, de acordo com o Guia Nacional de Coleta e Preservação de Amostras (ANA, 2011), para garantir a homogeneidade e representatividade do local de amostragem proposto, as ações a serem tomadas devem ser metodicamente planejadas.

Para esse processo é preciso definir os objetivos da amostragem, levantar os dados existentes da área em questão e selecionar possíveis locais de amostragem, examinando a homogeneidade do corpo de água. Caso seja não homogêneo é preciso definir locais alternativos ou realizar a amostragem em diferentes pontos, sempre com a finalidade de assegurar a veracidade das informações.

Em casos de amostragem para verificar possíveis contaminações ou alterações, os pontos podem ser escolhidos a montante e jusante em ralação à unidade poluidora.

O Bachema realiza análises de águas superficiais de acordo com os parâmetros estabelecidos por:

  • Resolução CONAMA no 357, de 17/03/2005;
  • Resolução CONAMA no 430, de 13/05/2011;
  • E legislações pertinentes,