Água

A utilização da água, seja para uso geral ou consumo humano, é regulada por legislação específica e monitorada por órgãos estaduais e municipais. O objetivo final é garantir a qualidade e o controle da poluição, visando o respeito ao meio ambiente, ao usuário e à perenidade do uso da fonte.

O Bachema possui a acreditação NBR ISO/IEC 17025 e a capacidade técnica para a realização de serviços de amostragem e análises ambientais de águas doces, salinas e salobras. A atuação principal do laboratório é na análise da qualidade das águas doces – subterrâneas e superficiais, oferecendo um escopo completo de análises físico-químicas, tais como:

  • VOC – compostos orgânicos voláteis;
  • SVOC – compostos orgânicos semivoláteis;
  • TPH – hidrocarbonetos totais de petróleo;
  • PAH – hidrocarbonetos policíclicos aromáticos;
  • PCB – bifenilas policloradas;
  • pesticidas organoclorados e fosforados;
  • metais pesados;
  • sais e ânions;
  • pH, entre outros.

Atendendo integralmente às legislações vigentes, o Bachema oferece a seus clientes os resultados mais confiáveis de análise de água para as seguintes matrizes: 

Águas subterrâneas

O Bachema realiza análises de águas subterrâneas provenientes de poços artesianos (tubulares profundos ou não) e poços de monitoramento, com o objetivo de garantir a proteção dos aquíferos durante toda a vida útil do poço.

O poço artesiano deve ter uma avaliação frequente da qualidade das águas subterrâneas, sendo que as legislações a serem cumpridas ao longo da vida útil do poço são:

  • Portaria DAEE no 717, de 12/12/1996, relativa à Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos, ou seja, na construção do poço – o relatório técnico para a obtenção da outorga de perfuração e funcionamento do poço deve incluir análises físico-químicas e microbiológicas da água;
  • DD no 256/2016/E, de 22/09/2016, da CETESB – Valores Orientadores para Solo e Água Subterrânea no Estado de São Paulo;
  • Resolução CONAMA no 396, de 03/04/2008 – dispõe sobre a classificação e as diretrizes ambientais para o enquadramento, a prevenção e o controle da poluição das águas subterrâneas;
  • Portaria de Consolidação MS-GM no 5 (antiga portaria 2914) – dispõe sobre os procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água de poços artesianos para consumo humano e seu padrão de potabilidade.
  • Resolução CONAMA nº 420, de 28/12/2009 – dispõe sobre critérios e concentrações de substâncias químicas que fornecem orientação sobre a qualidade e as alterações do solo e da água subterrânea.

Águas superficiais

São águas provenientes de rios, riachos, lagoas, lagos e córregos, tecnicamente chamados de corpos de água. A Agência Nacional das Águas (ANA) classifica os corpos de água conforme a meta de qualidade e a utilização pretendida.

O Bachema realiza análises de águas superficiais de acordo com as seguintes legislações:

  • Resolução CONAMA no 357, de 17/03/2005 – dispõe sobre a classificação e as diretrizes ambientais para o enquadramento dos corpos de água superficiais e as condições e padrões de lançamento de efluentes;
  • Resolução CONAMA no 430, de 13/05/2011 – dispõe sobre condições, parâmetros, padrões e diretrizes para a gestão do lançamento de efluentes em corpos de água receptores.

Dependendo da utilização da água (ex.: consumo humano), a atividade usuária deve seguir também as legislações pertinentes.

Água para o consumo humano e seu padrão de potabilidade

É obrigatória a análise de água potável destinada à ingestão, preparação e produção de alimentos e higiene pessoal, independentemente de sua origem.

O Bachema realiza análise de água para consumo humano de acordo com as legislações que controlam a potabilidade da água, tais como:

  • Portaria de Consolidação MS-GM no 5 (antiga portaria 2914) – dispõe sobre os procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água de poços artesianos para consumo humano e seu padrão de potabilidade;
  • Resolução SS 65, de 12/04/2005 – estabelece os procedimentos e as responsabilidades relativos ao controle e à vigilância da qualidade da água para o consumo humano no Estado de São Paulo e dá outras providências.

Amostragem de águas

O Bachema oferece também serviços de amostragem de água, reforçando a credibilidade e a qualidade de tais serviços, desde a coleta até a entrega dos resultados analíticos. As metodologias de análise são acreditadas pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação), conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC nº 17025, para:

  • águas superficiais;
  • água para consumo humano;
  • minas e poços artesianos;
  • águas subterrâneas.

 

Solo

O Bachema atende integralmente às legislações vigentes e oferece a seus clientes os resultados mais confiáveis em análise de solo e sedimentos. Subsidia, desta forma, a avaliação de projetos de reabilitação de áreas impactadas, monitoramentos ambientais, assim como processos de compra e venda de terrenos para futuros empreendimentos industriais e imobiliários, entre outros.

As legislações mínimas a serem cumpridas são:

  • Decisão de Diretoria nº 256/2016/E, de 22/11/ 2016, da CETESB – dispõe sobre a aprovação dos “Valores Orientadores para Solos e Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo – 2016”.
  • ABNT NBR nº 10.004/04 – estabelece os critérios para a classificação dos resíduos sólidos quanto a seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde do homem.

Todas as análises são realizadas com base em métodos internacionais e em adaptações de procedimento padrão de análises de solo utilizados no Bachema Analytische Laboratorien, na Suíça.

Oferece um escopo completo de análises físico-químicas, tais como:

  • VOC – compostos orgânicos voláteis;
  • SVOC – compostos orgânicos semivoláteis;
  • TPH – hidrocarbonetos totais de petróleo;
  • PAH – hidrocarbonetos policíclicos aromáticos;
  • PCB – bifenilas policloradas;
  • pesticidas organoclorados e fosforados;
  • metais pesados;
  • sais e ânions;
  • pH, entre outros.

O laboratório também realiza Ensaio de Tratabilidade (Ensaios de Bancada e Piloto), conforme a exigência da Decisão de Diretoria DD38/CETESB nº 2017, a serem empregados nos projetos de remediação de áreas contaminadas. 

Resíduos

Segundo a legislação vigente, todo resíduo precisa ser classificado para o correto descarte, para a otimização dos custos, a preservação do meio ambiente e a saúde pública.

A destinação correta de resíduos (sólidos, semissólidos e líquidos) está regulamentada na Lei nº 12.305, de agosto de 2010, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Esta lei, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), define as diretrizes de prevenção e redução na geração de resíduos, estabelecendo instrumentos para a adequada reciclagem e reutilização (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e destinação (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado) de resíduos sólidos, promovendo o desenvolvimento sustentável da sociedade.

O Bachema realiza análises para a caracterização de resíduos, conforme a ABNT/NBR nº 10.004, permitindo a classificação quanto a seus riscos potenciais ao meio ambiente, à saúde pública, e seu gerenciamento adequado.

Seguem abaixo as legislações pertinentes:

  • ABNT NBR nº 10.004/04 – estabelece os critérios para a classificação dos resíduos sólidos quanto a seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde do homem.
  • Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 – institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis.

Amostragem

O Bachema oferece também serviços de amostragem de resíduos, que são acreditados pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação), conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC nº 17025 para:

  • Resíduos industriais líquidos e sólidos.

Efluentes

Efluente líquido

A legislação ambiental define padrões para que efluentes líquidos industriais ou domésticos sejam lançados no meio ambiente, seja em corpos de água ou na rede coletora de esgoto.

Segundo a norma brasileira da ABNT NBR 9800/1987, efluentes líquidos industriais são “despejos líquidos provenientes das áreas de processamento industrial, incluindo os originados nos processos de produção, as águas de lavagem de operação de limpeza e outras fontes, que comprovadamente apresentem poluição por produtos utilizados ou produzidos no estabelecimento industrial”.

Sendo um laboratório acreditado pela CGCRE, conforme os requisitos da ANBT/NBR ISO/IEC 17025, o Bachema realiza análises para caracterização de efluentes líquidos, permitindo a classificação quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, abrangendo as seguintes legislações:

  • Decreto nº 8.468, de 08/09/1976, artigo 18 – dispõe sobre as condições de lançamento dos efluentes em coleções de água;
  • Decreto nº 8.468, de 08/09/1976, artigo 19A – dispõe sobre as condições de lançamento dos efluentes em sistema público de esgoto provido de estação de tratamento;
  • Resolução CONAMA nº 430, de 13/05/2011 – dispõe sobre condições, parâmetros, padrões e diretrizes para a gestão do lançamento de efluentes em corpos de água receptores, alterando parcialmente e complementando a Resolução nº 357, de 17 de março de 2005.

Efluente gasoso

Os compostos orgânicos voláteis (VOCs) constituem-se em uma importante classe de poluentes atmosféricos, comumente encontrados na atmosfera no nível do solo em todos os centros urbanos e industriais, resultado de atividades humanas e processos biogênicos.

O Bachema realiza análises desses compostos em amostras de efluentes gasosos, com a utilização do método de cromatografia gasosa com espectrometria de massas (GC-MS).

Amostragem

O Bachema oferece também serviços de amostragem de efluentes. Suas metodologias são acreditadas pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação), conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, para:

  • estações de tratamento de água e efluentes;
  • voláteis no ar em ambientes industriais com filtro de adsorção.

Amianto

Em novembro de 2017, o STF (Superior Tribunal Federal) proibiu a extração, a industrialização, a comercialização e a distribuição de amianto no País, vetando os Estados de adotarem leis que liberem seu uso.

A exposição à poeira do mineral pode causar doenças carcinogênicas e, uma vez dentro do corpo humano, a substância nunca mais é eliminada. O risco surge principalmente quando o material é partido ou rachado e seu pó é liberado no ambiente.

O amianto pode ser encontrado em diversos tipos de produto, tais como:

  • telhas, caixas d’água de cimento-amianto;
  • guarnições de freio (lonas e pastilhas), juntas, gaxetas, revestimentos de discos de embreagem;
  • tecidos, vestimentas especiais;
  • pisos, tintas, forro, isolantes térmicos, etc.

Toda a remoção de resíduos de construção civil que contenham amianto (telhas, caixas d’água) e a disposição de produtos como guarnições de freio, juntas, etc. (listados acima) precisam ser analisadas para definir o local de descarte ambientalmente correto.

O Bachema possui equipamentos de última geração e profissionais qualificados para a análise de identificação e quantificação dos diversos tipos de amianto, como a crisotila e os anfibólios (amosita, antofilita, tremolita, actinilita, crocidolita) em materiais, com a metodologia acreditada pela CGCRE, de acordo com os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025.

Amostragem

Oferece também serviços de amostragem de amianto (asbesto) em ar. Suas metodologias são acreditadas pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação), conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, para:

  • Amostragem de amianto (asbesto) em ar com filtro específico.

 

Ensaio de tratabilidade

Os ensaios de bancada e sistema-piloto se tornaram uma exigência da CETESB em 2017, por meio da DD nº 38/2017 – Decisão da Diretoria – item 4.2.1.5. Estes testes visam avaliar a viabilidade do projeto e estabelecer parâmetros para dimensionamento e operação das técnicas de remediação a serem implementadas em áreas contaminadas.

Podem ser realizados tanto para água como para solo ou até a mistura de ambos.

Estes ensaios são fundamentais para estabelecer o melhor reagente e as melhores condições para sua aplicação em relação a diferentes contaminantes, visando otimizar sua quantidade para a obtenção de resultados mais eficientes em escala (em campo) para a degradação total dos contaminantes.

Podem ser associadas diferentes técnicas analíticas para o acompanhamento da degradação dos contaminantes (VOC, SVOC, TPH, etc.), dependendo das características do site em estudo, resultando numa completa avaliação do sistema, proporcionando estimativas de custos e determinação de potenciais efeitos adversos.

Entre em contato conosco para mais informações.